Sofia Ribeiro, Advogado

Sofia Ribeiro

Brasília (DF)
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Sobre mim

Especialista em Direito Médico e da Saúde
Advogada em escritório próprio especializado em Direito Médico e da Saúde. Atuação nas mais diversas áreas do direito logrando êxito na satisfação dos clientes, não só na forma de atendimento, mas também nas suas ações judiciais.

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É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...

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Noel RR, Advogado
Noel RR
Comentário · há 9 meses
Parabéns pela matéria. Destacando, acima de tudo que o consumidor é o único hipossuficiente nesta seara. Destaca-se que a razão de ser da existência do sistema bancário é primordialmente proteger o patrimônio financeiro dos seus correntistas, ali depositado. Caso contrário, simplesmente os bancos não existiriam. Desta forma, se a justiça começa a dar razão para os bancos, que têm toda uma estrutura, condições financeiras e o dever de proteger o seu cliente, em detrimento das vítimas, isto iria contra toda a essência do sistema e a proteção desses consumidores, conseguidas com muita luta. Certamente os bancos vão ficar bem tranquilos em não ter que indenizar os clientes prejudicados. Reiterando, as pessoas só colocam seu dinheiro nos bancos por uma questão de segurança, não tendo mais essa segurança, qual seria a função dos bancos? São questionamentos que vão de encontro à nova realidade do dinheiro digital e não podem os correntistas-consumidores ficarem reféns desses crimes digitais e agrave-se caso os bancos começarem a se eximir de sua responsabilidade de proteger seus correntistas. Responsabilidade objetiva que tem que ser assumida e já indenizados os consumidores prejudicados dentro de um prazo razoável, e os bancos que, usando de toda sua estrutura, que devem ir atrás, apurar os fraudadores e ter de volta o valor suprimido. E provando que o correntista deu causa por dolo ou fraude, que o banco seja ressarcido, mas qualquer outra hipótese seria tentar proteger quem tem força para ir atrás do prejuízo e deixar isso a cargo do consumidor correntista, que muitas vezes sequer sabem usar seus celulares para utilizar de suas contas. Uma reflexão séria e necessária neste momento.
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